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Pobre menina
Dá para imaginar o que passou a menina de 15 anos jogada numa cela de prisão com mais de 20 homens, no Pará? E o que vai passar, pelo resto da vida, sempre que se lembrar do que sofreu sendo violentada por pseudo homens? Desde que foi denunciada esta arbitrariedade, é um sofrimento a constatação de que o fato é “normal”. Absurdamente normal! Depois desse, outros casos surgiram, lá no mesmo Estado.Nada vai ser diferente. A mentalidade das “autoridades”não vai mudar. Elas acham normal, já que, após as denúncias, o que fazem é desqualificar a vítima. A pobre menina seria “maior de idade e prostituta”. E, segundo o delegado que é um dos responsáveis pelo encarceramento de L. ela “deve ter problemas mentais”, já que não disse que era menor de 18 anos. A vítima virou ré.
Amor para sempre
Emocionante a nota de falecimento publicada no GLOBO do dia 13 de novembro:
LUIZ TASSO TAVARES
Falecimento
Tasso e Arlete(Boneca) agradecem o amor
e o carinho que receberam ao longo
de suas vidas e anunciam que estão juntos
novamente desde 15 de outubro de 2007.
Mentiras soviéticas
Em 3 de novembro de 1957 a cadela Laika foi lançada ao espaço a bordo de uma cápsula soviética. Os objetivos da missão: descobrir se um ser vivo poderia suportar as condições espaciais e confirmar a superioridade da tecnologia dos russos em relação aos americanos. O mundo todo se comoveu com Laika. Segundo uma notícia do Globo, logo depois do lançamento, “o embaixador russo na Alemanha, Andrei Smirnov declarou que Laika, será devolvida à Terra dentro de três dias. Acrescentou que os alimentos no interior do satélite são suficientes para oito dias e que, findo esse prazo, o animal será lançado em direção à Terra. Smirnov mostrou-se confiante de que a cadela cairá em território russo, na viagem de regresso”. Com 10 anos, fiquei interessadíssima, mais pela cadelinha do que pela conquista soviética. Depois de 50 anos, no último dia 3 de novembro, vejo no jornal O DIA a manchete: “Laika, cadela astronauta, ainda comove”. Verdade! Fiquei triste e com muita raiva ao ler a matéria. Laika morreu após algumas horas de sofrimento, logo depois da decolagem do foguete. Assustada com os barulhos e as vibrações na hora do lançamento, seu coração bateu três vezes mais do que o normal. O isolamento térmico apresentou defeitos e a temperatura a bordo subiu de forma incontrolável. Laika não deu sinal de vida depois de cinco horas em órbita. Morreu de estresse e calor.
Escrito por Tuca Prazeres às 22h37
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E agora?
Achou que podia, impunemente, voltar à infância. Que nem era tão remota assim. Se coçou todo, olhou pra um lado e pro outro. Zás, tocou a campainha. Nem deu tempo de correr, como na infância. Parecia que aquela mulher estava atrás da porta, esperando bater. “Pois não, o senhor deseja?” Petrificado, de arranco, a primeira coisa que lhe vem à cabeça: “É aqui que mora o seu Antônio?” E a dona responde, já voltando pra dentro da casa:”É sim, espere que vou chamar!”
Há meio século...
Mudaram as crianças, mudou o mundo. Na era pré-televisiva, a vida nos levava. Deixávamos que nos conduzisse, simplesmente. Algumas lembranças de mais de 50 anos:
De vez em quando, a garotada se juntava e desaguava na pracinha do Jardim Glória. O sol tocava o chão, infiltrando-se pelas copas das árvores. O lugar era ideal pra brincar de pique. Esconderijos não faltavam. Os bancos, quase todos, eram cercados por altos ciprestes, aparados com capricho. Numa correria sem fim, afogueados, o refresco na mina era um bálsamo.
À noite, o mesmo caminho para a praça, a turma bem menor, e missão importante. Eu acompanhava, com poucos coleguinhas, a irmã e o noivo no passeio. Se a missão das crianças era tornar sério o périplo do casal, os pais perdiam seu tempo. Ao chegar à praça, dispersão geral. Quem se lembrava dos noivinhos? Só voltávamos a vê-los para pegar com o noivo, as balas que pareciam travesseirinhos de mel.
Aos domingos e feriados, piquenique no Morro do Cristo. A pé, toda a família, os pais, o casal de crianças, os dois casais de noivos. Na véspera de um desses passeios, minha jardineira de brim verde, a única, teve as pernas cortadas para que surgisse o meu primeiro maiô. Para nadar no córrego que passava debaixo da ponte de madeira que ficava na estradinha que levava ao bairro São Pedro.
Outras vezes, conforme a disposição familiar, fazia-se a expedição de ônibus. Um ônibus azul pequeno, gordinho, que chacoalhava até o alto do morro. A estrada, parte de terra batida, parte calçada de pedras já arredondadas pelo desgaste. Bom era abrir e fechar os vidros, puxando as correias de couro. No ar, o cheiro da merenda, preparada na noite anterior. Aí, era outra vivência mágica, a casa agitada, quente, com o fogão à lenha produzindo as comidinhas para o piquenique.
No Cristo, a vista da cidade, com poucos “arranha-céus” era um dos encantos. Também as mesas, com seus compridos bancos de madeira onde era partilhado o almoço. A mesma refeição que teria sido servida em casa, com direito a garrafas de vinho, sem discriminação com as crianças. Nada “politicamente correto”. Até porque ainda nem existia esta expressão ou a preocupação que hoje nos angustia.
Mas, nada era atração maior do que as gangorras do Morro do Cristo. Com suporte nas árvores muito altas, comportavam até dois adultos no assento de madeira grossa, lisinha pelo uso constante, parecendo envernizada. Sentada ali, segurando firme, olhava para cima e era um nunca acabar de corrente. Fechava os olhos, sentia o vento no rosto, nos cabelos, no corpo, voava.
Outro deslumbramento da minha infância foi o Museu Mariano Procópio. O lago grande, os laguinhos. As trilhas~, a gente subia esbaforida e descia aos trambolhões, os escorregões nas folhas acelerando a velocidade. Os patos e cisnes consumiam rapidamente o nunca esquecido pão que vinha de casa para eles, nos saquinhos de papel. Gostava muito de ver os quadros. O do Tiradentes sempre dava medo. Mas eram muitas pinturas. Aqueles rostos de pessoas já naquele tempo tão mortas, olhavam e olhavam pra gente. O enorme albatroz embalsamado, as pedras preciosas, os trajes andrajosos, os relógios. Ah, e os leques!
A Matinê Mickey. Aquela garotada, dez, quinze crianças, capitaneadas por uma das minhas irmãs mais velhas. O programa começava a ser delineado no meio da semana. A princípio, só os de casa. A adesão ia crescendo e, no sábado o número de crianças já passava da dezena. No domingo, quando a turma saía, o cheirinho do almoço dominical sendo preparado já invadia a casa. Lá iam todos para a matinê do Central. Antes da luz apagar havia o terror de ver aquela cara horrível, de olhos vermelhos, em cima da tela. Mas, depois, ela era esquecida e era só chupar as balas de violeta da Christiano Horn e ver o Tom caçar o Jerry, no meio da gritaria sem fim.
As tardes de domingo eram no Popular, mais perto de casa e já com 11, 12 anos, idade suficiente para dispensar a companhia de irmãs mais velhas. Um cinema velhíssimo, com uma cortina pobrezinha na entrada para o auditório. Tudo era velho, ou parecia. Isso não importava. O que interessava era o filme. Antes dele, os seriados que acabavam sempre quando o mocinho estava em apuros. De preferência, bem amarrado na linha, com o trem chegando celeremente. A troca de gibis era intensa. A barganha ficava por conta dos meninos. Meninas não participavam. O que chateava durante a sessão: as revistas enroladas serviam para bater na cabeça de quem estava na frente. Mesmo quem não era alvo se incomodava com aquilo o filme todo.
Fechando essas lembranças, não há como falar do Popular sem lembrar da Vida de Cristo” . Toda Semana Santa, acho que no Domingo de Páscoa, estávamos naquela fila que virava quarteirão para assistir ao filme. Uma coisa horrorosa! Na película, muda e desbotada, todos pareciam rudes por causa dos pulos dos fotogramas. Todos os personagens se igualavam. Eram duros e tinham gestos bruscos, desde os soldados romanos aos anjos, de Pilatos à Virgem Maria e até o menino Jesus. Mesmo assim nos comovíamos, enxugávamos muitas lágrimas e voltávamos no ano seguinte.
Aguardem novos capítulos!
Do mesmo tamanho
Sou uma pessoa. Nem mais nem menos do que ninguém. Apenas a minha medida. A timidez já me dominou. Enquanto não sabia que somos todos iguais. As formas são diferentes. Mas, bestamente, um dia concluí que não pode haver diferença entre quem funciona da mesma maneira. Todo mundo tem cérebro com pia mater, dura mater e aracnóide, coração que bate do mesmo jeito, inspira e expira do modo que o pulmão manda. E todo mundo tem barrigas que, retinhas ou avantajadas, escondem metros e metros de tripas, recheadas todo mundo sabe de quê.
Sou cheia de saudade. Sempre. Hoje não me basta. Preciso de muito ontem.
Escrito por Tuca Prazeres às 23h21
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Deve e nega
Assim como já fez parte da tropa de choque de Collor, no auge dos escândalos que o derrubaram, Renan Canalheiros também tem a sua. Um dos membros mais ativos é o senador Wellington Salgado de Oliveira (PMDB-MG). Ele é um dos donos da Universo, complexo de faculdades que se espalha por 11 cidades brasileiras, inclusive JF. A Universo deu o calote na União. Deve R$4,1 milhões em impostos. O Supremo Tribunal Federal-STF abriu inquérito.A empresa foi autuada pela Receita Federal pois desconta Imposto de Renda de funcionários e não repassa ao Fisco. Esse sujeito, tal de Wellington, de longos cabelos e curta dignidade, não gosta de ser questionado pelos jornalistas sobre o assunto. Diz que a questão é empresarial e não política. Por mim, nem uma coisa nem outra. É desonestidade e canalhice mesmo!!! Tive a tentação de chamar de porco esse político. Mas, reconsiderei. Tenho algum apreço pelos suínos.
O que mais?
Depois dessa, é provável que Lulinha tenha esgotado as surpresas que nos aterrorizam. Aquela sua foto, agarradinho ao “bispo”Edir Macedo, foi de doer. O presidente do Brasil prestigia o evento de um cara cheio de processos, que constrói, com paciência, seu assustador projeto político pseudo-religioso...(Para quem não sabe, o evento foi a inauguração da Record News)
Pérolas da imprensa
Os erros cometidos pelos jornalistas em suas matérias são uma grandeza. Alguns deles:
“Uma antiga rincha familiar(...)” – Aqui – 08/10/07
“O corpo da menina(...) foi encontrado ontem de manhã dentro de um poço há 200m da casa (...)” - Jornal de Brasil – 28/09/07
“23kg de maconha chegam camufladas em bobinas”- Tribuna de Minas – 10/09/07
“(...) uma jóia caríssima de Urbano(Eduardo Galvão) seu bem feitor”. – Revista da TV do Jornal de Brasil – 29/07/07
“Em meio à inúmeras velas(...)” – Idem
“(...) e renovam a área envolta do prédio (...)” – Caderno 2 – Tribuna de Minas – 03/06/07
“(...) aí, ela viu que era um lupanário” – Fofocas de TV, Rádio Solar, 27/06/07
“A pedido do governo, deputados rejeitam emenda que multiplicavam o número(...)”- O Globo -28/06/07
“Foi liberado os eventos no Expominas(...)” Noticiário das 18h – Rádio Solar – 05/07/07
“(...) que o técnico Celso Roth quer tolhir (...)” – Rádio Globo – 18h30 – 12/07/07
“A gente não estava presente e não pode omitir uma opinião já que não participou(...)” – Dunga, recusando-se a opinar sobre declaração de Ricardo Teixeira- Rádio Globo – 12/08/07
“Policiais federais alemães recolhem provas recolhidas (...) – Legenda - O Globo – 07/09/07
“Cidade é incendiada e saqueada em revanche à atentado”- Jornal do Brasil – 08/10/07
“As desvantagens desse tipo de tecnologia são o custo do quilômetro, de R$1 milhão, o dobro do preço do asfalto”. – Jornal do Brasil – 08/10/07
Outras bem antigas:
“Dois dos bandidos puseram tocas tipo ninja (...)” – Tribuna de Minas – 08/02/05
“Por que Scheidt está a tanto tempo(...) – Folha de São Paulo – 18/09/03
“(...)deveria ficar isolado e não ter contato com outros presos, (...) foi autorizado a entrar na sela da vítima”- Folha de SP – 25/08/03
“(...)o Chico Barbudo:Ex-policial. Foi condenado há nove anos de prisão pelo roubo(...)”- O Globo – 09/11/03
“Hoje, Gisele também entra no ar(...) onde contra-cena com o ator Rodrigo Santoro(...)” – Jornal do Brasil – 14/09/03
Ainda sobre textos na imprensa, o que é isso que vi na Tribuna do dia 30/09/07?
“Pontua que os ônibus só entram(...)”
E mais: “Adriana Prado pontua que a maioria(...)”
Será que aposentaram os verbos declarar, afirmar, ressaltar etc?
Escrito por Tuca Prazeres às 21h38
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Mui amigo.
Lulinha é uma bondade. Como tira gente do desemprego... Abriga, em seu gabinete, 109 assessores e ainda pode contratar mais 40 para os cargos vagos. George Bush não tem pena dos amigos. Só tem 32 assistentes no gabinete.
Gota d’água
Antes do Pan do Rio, ainda tentava, de uma forma ou outra, justificar uma série de m* do Lula. Depois daquele terror que foi a deportação dos dois atletas cubanos, quero é jogar cal na cova dele.
Sem moral.
Que moral tem o Tribunal Superior Eleitoral para julgar? O Tribunal de Contas da União-TCU paralisou as obras da nova sede do TSE, em Brasília, pois encontrou graves irregularidades no processo. Uma falta de vergonha total a tal obra. Basta ver os números($$$$): Custo total, R$330,5 milhões( trezentos e trinta milhões e quinhentos mil reais); a empresa Novacap levou R$24 milhões(vinte e quatro milhões de reais) já liberados pelo governo federal, pela elaboração do processo de licitação e pela fiscalização; sinto informar mas, nosso centenário comunista, Oscar Niemeyer, ganhou R$5,9 milhões(cinco milhões e novecentos mil reais) pelo projeto arquitetônico.Pense bem. Se uma pessoa ganha R$1.000,00(mil reais) por mês, trabalhando 100 anos, sem gastar nada, terá UM MILHÃO E DUZENTOS MIL. Deu idéia do entusiasmo que esses ratos têm para fazer obras públicas?
Escrito por Tuca Prazeres às 13h32
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ABAIXO A HOMOFOBIA!!
Devemos ficar atentos. Não podemos tolerar atos obscurantistas como a cruzada contra os homossexuais que o Conselho de Pastores fez, na Câmara de Juiz de Fora, neste dia 18. Enfaticamente apoiado pelos vereadores Rose França, Francisco Canali e outros dois que são pastores. Nesse assunto, o vereador Paulo Rogério continua politicamente correto. Segundo a Tribuna de Minas, disse:”Isso é um discurso de ódio, e temos todos que lutar contra a homofobia”. A Tribuna informa, ainda, que a Prefeitura retirou da Câmara “para avaliação técnica”, sua mensagem que inclui no calendário oficial da cidade o Rainbow Fest, a Parada e o Miss Brasil Gay. Será que JF, orgulhosa desses eventos, vai se submeter às investidas de fanáticos religiosos? E manter na Câmara essa gente(vereadores) que nem viu que já estamos no SÉCULO XXI?
In vino, veritas.
E o Lula, hein? Será que ele comparou o corte de cana e o trabalho na minas de carvão depois de um festivo almoço lá em Madri? Deve-se averiguar, pois se ele já diz bobagens após o café da manhã, depois de almoços e jantares, onde rolam vinhos e licores, o precipício é maior. Perde o controle do que fala, fica com os olhos vermelhos - como os coelhos que ele gosta de cozinhar - e desaba no chororô.
Quem deve...
Chocante a foto que O Globo publicou hoje, dia 19, na terceira página. Renan Canalheiros circulando pelo Senado protegido por seguranças. Na cintura de um deles, uma arma que dispara choques elétricos. Esta, a arma visível, claro... Deve muito, para temer tanto...
Até quando?
O trânsito mata 35 mil e deixa 400 mil brasileiros feridos por ano. Desses, 100 mil ficam deficientes permanentes ou temporários. A realidade poderia ser outra se houvesse investimento em educação e segurança no trânsito. Maria, minha irmã, morreu em um acidente. Dezoito anos depois, ela ainda morre todas as vezes que me lembro dela e daquele acidente estúpido.
Jóias automotivas
Que coisa mais esquisita! Vi hoje uma publicidade da Natan Jóias. Peças que têm preço a partir de R$630,00. Eram quatro ou cinco anéis, estilo aliança. Mas que pareciam rolamentos de motor de carro, pareciam!
Escrito por Tuca Prazeres às 13h09
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Escutastes que mia
Tuca Prazeres
Esta foi Maria quem me contou.
Na árvore, em frente à casa onde nasci, um gato miava. Nosso primo, João Prazeres, apontando para o gato me perguntou:”Escutastes?” Disparei casa adentro para contar, entusiasmada:”Mamãe, o escutastes está lá na arvore!”
Escrito por tucaprazeres às 13h39
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Amendoim com Chocolate
Tuca Prazeres
Com quatro ou cinco anos, tinha uma amiguinha. Linda, loura, de olhos azuis. Mas isto não tem nada a ver com a história. O fato é que, um dia, a mãe dela ia levá-la ao dentista e me levou junto, para passear. No caminho, a amiguinha aprontou um berreiro. Queria a todo custo amendoins cobertos de chocolate. De nada adiantava o argumento da mãe, de que ela ia sujar os dentes e não podia porque estava indo para o dentista. Vencida pelo cansaço, a mãe capitulou. O assunto foi encerrado com uma condição rapidamente aceita por nós: ela chuparia o chocolate e eu comeria os amendoins. Nós duas ficamos satisfeitas com o trato. Combinado e cumprido.
Escrito por tucaprazeres às 13h35
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